Resenha: Distopia


Título: Distopia

Autora: Kate Willians

Páginas: 318

Editora: Literata

Skoob 

Resenhado por: JULIA




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Conheça um pouco sobre a autora: 
Kate Willians tem 20 anos e o seu maior sonho, é encantar as pessoas com suas palavras. A literatura a salvou, e espera um dia conseguir usar a mesma fonte para salvar outras pessoas também. Espera fazer com que os jovens acreditem que sim, os livros são a melhor e maior ponte entre a fantasia e a realidade. É extremamente apaixonada pelo que faz e adora passar o tempo livre com a família e o namorado!







     No livro ocorreu uma grande guerra no ano de 2000, e depois dela o mundo já não é mais como nos conhecemos. A atual sociedade vive dividida em quatro áreas que são: Norte, Sul, Leste, Oeste, em cada uma há um comodante onde o poder passa de pai para filho.
     A história se passa no ano de 2044 no Comando do Norte, onde a sociedade vive numa ditadura onde muitas das coisas que nós amamos são proibidas, como por exemplo qualquer tipo de tecnologia, que era restritamente utilizada apenas pelo regimento e a ciência (ninguém além deles tem permissão para usar celulares, computadores, armas e etc.). As pessoas eram separadas pelos Governantes e os Governados, os governados são os pobres, eles vivem em uma parte da cidade separada onde nada tem cor, tudo é cinza, com casas todas iguais. Cada família representa um número, quando uma família de governados tem filhos, aos sete anos eles devem ser entregados aos comandos para serem treinados. Já os governantes vivem na parte colorida nas grandes construções.
     Grande parte da história se passa no quartel onde as crianças governadas vão para treinar, o que foi interessante, porque mostra quem realmente é afetado nesse mundo, tudo que eles passam e o que eles aprendem. 
     Eu amei várias coisas do livro, como por exemplo a autora soube medir bem o quanto de romance e distopia no livro, deixando ele superinteressante tanto para quem gosta de romance quanto para quem gosta de distopia. A história tem uma leitura muito prazerosa por a autora ter feito os capítulos no tempo atual quanto em flashbacks que deixaram a história fluir rapidamente.
” Nós somos a lei. Nós somos a justiça.”

     Os protagonistas são dois adolescentes, a primeira é uma garota de 14 anos que é a filha mais nova de quatro irmãos do Coronel do Norte. Ela não gosta desse mundo mais ela não sabe ainda o que fazer, para mudar isso. Ela quer ser treinada, para que no futuro ela possa ser comandante e assim poder mudar as coisas. Já o segundo é um garoto de 16 anos, filho de um casal de governados, que foi levado para ser treinado e que sonha em lutar por liberdade.
     O amadurecimento dos protagonistas é mostrado de uma forma muito clara com os flashbacks e os avanços dos personagens, fazendo você se encantar e se colocar nas situações que eles passam.

     Bom, eu gostei muito da história, só teve uma coisa do livro que eu não gostei muito, foi que o final da história se desenrolou muito rápido. Quando eu estava no final,  percebi que a história estava numa parte chave, aí eu pensei: tem muita pouca página para tudo que tem que acontecer. Mas apesar disso eu adorei o livro, eu recomendo a leitura para quem adora livros sobre distopias, porque o mundo criado foi muito bem desenvolvido, e superinteressante.






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8 comentários:

  1. Será que esse tema de mundo destruído e essa espécie de guerra programada, já não saturou?
    Fico me perguntando isso. Muitos livros sobre o mesmo tema. Distopias e afins. Sobrevivência!
    Gostei da capa, mas fiquei meio pé atrás com o assunto..rsrs
    Acho que traumatizei com Divergente e Jogos Vorazes!
    Beijo

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  2. nossa, esses universos distópicos são meio assustadores, mas também reflexivos, não sei se tenho estômago para um livro assim
    felicidadeemlivros.blogspot.com.br

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  3. Sua resenha está muito boa, como adoro distopias e romance, me interessei pelo livro, por a autora saber a medida certa de romance e distopia na história, mas que pena que o final foi muitas poucas páginas para tudo que deveria acontecer, eu fico frustrada quando acontece isso, mas mesmo assim pretendo ler Distopia.

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  4. Lê!
    desde de o lançamento tenho curiosidade em ler esse livro, primeiro porque é ficção e depois porque uma escritora nacional o escreveu e quero conferir.
    Mesmo com o final tão acelerado, acredito que vai valer a pena.
    “Não devemos permitir que alguém saia da nossa presença sem se sentir melhor e mais feliz.” (Madre Teresa de Calcutá)
    heirinhos
    Rudy
    http://rudynalva-alegriadevivereamaroquebom.blogspot.com.br/
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  5. Uau, Lelê. Esse livro parece incrível.
    Primeiro porque distopias é um estilo que a maioria das pessoas gosta, segundo porque o conteúdo da obra é cheio de mistério e ação.
    Fiquei bem curiosa para ler e adorei essa capa.
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    Revelando Sentimentos

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  6. Oi Julinha :)
    Já quero ler esse livro :O
    Caramba parece incrível demais...
    Eu já tinha visto ele em outros blogs mas nunca brilhou aos meus olhos.
    Amo distopia e essa tão cheia de toques de realidade chama ainda mais atenção.
    Livro único? É comigo mesma :)
    Ainda estou meio assim com o final que você ressaltou, mas a curiosidade fala mais alto.
    Arrasou na resenha flor...

    Abraço e Bons Livros,
    Biblioteca do Coração❤

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  7. Olá Julia.
    Amoooooo Distopias no geral. Em filmes, gosto de cenário de guerra, porque sempre me mostram o quão frágil somos e onde podemos mudar a fim de evitar perder tão cruelmente alguém que amamos.
    Com este livro não foi diferente, no inicio achei que pareceria muitos com os filmes e já estava meio "assim" com sua leitura, entretanto, com o seu decorrer que este mostra um outro lado e que provavelmente me fara muito feliz. Estou bem curiosa com esta leitura e espero que me breve possa ler estes nome tão brasileiros (pelo menos pra mim), novamente e descobrir possíveis reviravoltas.

    Bjssss

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  8. Olá!!
    Sabe aquela impressão já vi isso antes, é a impressão que algumas distopias está me passando , e essa é uma delas, mas claro que não vou deixar de conferir porque mesmo elas sendo bastante parecidas não consigo desgostar das distopias.
    Bjocas!!

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