Divulgação: Editora Planeta

A Editora Planeta já chegou com os lançamentos de setembro!!

Confira:




A relação desinteligente é instável, enquanto a relação saudável tem estabilidade. Na relação desinteligente, um é perito em reclamar do outro enquanto, na relação saudável, os dois são especialistas em agradecer. Na relação desinteligente, os atores são individualistas e, na relação saudável, um procura fazer o outro feliz. Na relação doente se cobra muito e se elogia pouco, na relação saudável se doa muito e se cobra pouco. Que tipo de casal você forma: saudável ou doente, inteligente ou desinteligente? Casais saudáveis têm uma mente madura, atentam ao essencial, à grandeza do afeto, à notoriedade do diálogo, ao espetáculo do respeito mútuo, enquanto casais desinteligentes valorizam o trivial, atritam por coisas tolas. Quem ama apenas com a emoção vê a relação flutuar entre o céu do prazer e o inferno dos
conflitos. O romance, para ser saudável e inteligente, precisa ser alicerçado em regras de ouro. E quais são essas regras? Compreender minimamente a complexidade da mente humana; saber que ninguém muda ninguém, que temos o poder de piorar os outros, não de mudá-los; saber que estratégias erradas, como cobrar demais, aumentar o tom de voz, dar sermões, criticar em excesso, ter ciúmes, chantagear, fazer comparações, levam à falência dos romances; superar o cárcere do fenômeno bateu- -levou; superar o cárcere da rotina; ser carismático, distribuindo elogios e promoções; ser empático, distribuindo sabedoria e encantando. E muito mais... Essas regras pretendem dar um norte, rever rotas, treinar nossas habilidades, reciclar nossas loucuras, refundar alguns alicerces da relação.



AUGUSTO CURY é psiquiatra, psicoterapeuta, cientista e escritor. Autor da Teoria da Inteligência Multifocal, que estuda as habilidades socioemocionais, a formação do Eu, os papéis da memória e a construção dos pensamentos. É um dos poucos pensadores vivos cuja teoria é objeto de estudo em cursos de pós-graduação, mestrado e doutorado internacionais. Cury desenvolveu o programa Escola da Inteligência para ser introduzido na grade curricular, com enfoque na educação da emoção e da inteligência. Idealizou o Instituto Augusto Cury, que promove cursos para adultos e crianças para o desenvolvimento da qualidade de vida e da excelência socioemocional.




 Em “A grande arte de ser feliz”, Rubem Alves nos presenteia com uma seleção de crônicas tocantes sobre a vida. O autor nos propõe que cada pensamento seja como um novo brinquedo, que nos dê alegria, nos divirta e também nos faça pensar. Muitas das crônicas foram escritas a partir de dúvidas e sugestões de leitores que acompanham seu trabalho e foram enviadas a ele por meio de cartas, e-mails ou telefonemas. Seu estilo único, profundo e metafórico é desenvolvido em três partes: Coisas que dão alegria, Coisas do amor e Coisas da alma, sendo que cada uma delas apresenta de forma encantadora os sentimentos e situações com os quais todos nós já nos deparamos um dia.

Pedagogo, poeta, cronista, contador de histórias, ensaísta, teólogo, acadêmico, autor de livros e psicanalista, Rubem Alves é um dos escritores mais famosos do Brasil. Foi membro da Academia Campineira de Letras, professor emérito da Unicamp e cidadão honorário de Campinas. Seu livro “Ostra feliz não faz pérola”, também publicado pela Planeta, conquistou o 2º lugar na categoria “Contos e Crônicas” do Jabuti em 2009. Outros títulos de Rubem Alves publicados pela Planeta são: “Paisagens da alma”, “Pimentas”, “Variações sobre o prazer”, “Do universo à jabuticaba”, “O sapo que queria ser príncipe”, “Perguntaram-me se acredito em
Deus” e “O velho que acordou menino”. O autor faleceu em 19 de julho de 2014, em Campinas.




O povo brasileiro sempre acreditou em tudo um pouco – doutrinas católicas se misturam há tempos a crenças africanas ou europeias. Mas a verdade é que todas elas passam, de algum
modo, pela crença no além, no “outro mundo”, no sobrenatural. E foi pensando nisso que a historiadora Mary del Priore resolveu trazer ao leitor mais um de seus livros que investigam aspectos essenciais – e peculiares – de nossa sociedade. Em “Do outro lado – A história do sobrenatural e do espiritismo”, a autora trata de que forma nossos antepassados lidavam com
esse mundo dos espíritos. Focando sobretudo no desenvolvimento do espiritismo, criado por Allan Kardec e assimilado por muitos intelectuais brasileiros no século XIX, ela também aborda
fenômenos bastante populares na época, como o magnetismo, o sonambulismo, as “mesas volantes” e uma série de outras formas de entrar em contato com o mundo sobrenatural e com aqueles que já partiram. Cartomantes, curandeiros, endemoninhadas e exorcistas também merecem destaque nesta obra, bem como seus muitos inimigos, entre eles a Igreja Católica e alguns veículos da imprensa que buscavam a todo custo desautorizar – e muitas vezes satirizar – essa crença em espíritos. Com um caderno de fotos recheado de interessantes imagens do período, “Do outro lado” é uma narrativa instigante sobre um assunto que chama a atenção tanto daqueles que creem em tudo quanto daqueles que não creem em nada, mas que desejam acima de tudo conhecer cada vez mais um pouco da história de nosso país.

Mary del Priore, ex-professora de história da USP e da PUC/RJ, pós-doutorada na École des Hautes Études en Sciences Sociales, de Paris, possui mais de 40 livros publicados e é vencedora de vários prêmios literários nacionais e internacionais, como Jabuti, Casa Grande & Senzala, APCA e Ars Latina, entre outros.




Melissa é uma jovem e impetuosa jornalista, que vive de escrever suas deliciosas aventuras por belas e curiosas cidades do mundo. Em nova fase de sua vida profissional, ela viaja à Europa em busca de cenários para as suas matérias e também de suas raízes italianas. Em meio a essa instigante jornada, além dos percalços comuns a uma mochileira no Velho Mundo, Melissa precisa lidar com a distância de seus familiares queridos, principalmente de sua mãe — grávida de um filho temporão —, e os misteriosos sumiços de seu namorado, Théo. O que será que ele lhe esconde? Por que desaparece sem deixar rastros e reaparece como se nada tivesse acontecido? É o que o leitor irá descobrir ao ler este saboroso romance e misto de guia turístico da Europa.

FERNANDA FRANÇA é jornalista e escritora, pós-graduada em Comunicação Jornalística pela Cásper Líbero e tem cursos de especialização pelo Knight Center for Journalism in the Americas, da Universidade do Texas, EUA. Trabalhou por doze anos como repórter em rádio, sites, revistas e jornais. É paulistana, mas mora no interior de São Paulo com o marido, o filho e três gatos. Também é autora de “Malas, memórias e marshmallows” e “9 minutos com Blanda”. Mantém contato com os leitores por meio de seu site www.fernandafranca.com.br e por meio das redes sociais.




O jornalista Tim Lopes foi sequestrado, torturado, morto e seu corpo queimado por traficantes quando fazia uma reportagem investigativa sobre o tráfico de drogas no Complexo do Alemão,
no Rio de Janeiro, em 2002. Este crime, de grande repercussão na imprensa falada e escrita, ganhou especial destaque em jornais, revistas, sites e, também, no rádio, não só no Brasil como também em outros países. Depois de pouco mais de uma década, a história de Tim Lopes, narrada pelo também jornalista Percival de Souza no livro “Narcoditadura”, permanece atual uma vez que pouca coisa mudou no cenário catastrófico e dramático em que se encontra a segurança no Brasil. O autor, com a maestria e a competência que caracterizam seu trabalho de mais de três décadas na área do jornalismo investigativo, não se limita a apresentar a realidade nua e crua. Ele transcende usando recursos narrativos e estilísticos que enriquecem
a trama, emocionam o leitor e provocam indignação e reflexão.

PERCIVAL DE SOUZA nasceu em Braúna (SP) e é um dos maiores e mais reconhecidos jornalistas brasileiros, tendo se especializado em assuntos criminais e de segurança pública. Trabalhou em importantes jornais do país, incluindo o extinto Jornal da Tarde, do qual foi um dos fundadores. Escritor com quase 20 livros publicados, e ganhador de quatro prêmios Esso de Jornalismo, escreveu “Eu, Cabo Anselmo” e “Autópsia do medo”, dentre outros de igual sucesso e importância. Atualmente é um dos apresentadores da rede Record de TV.

7 comentários:

  1. Puxa, olha a Planeta arrasando nos lançamentos!!! Gosto muito da maneira do Cury escrever. Tenho alguns bons livros dele e acredito que este aí citado também seja do mesmo nível.
    Com certeza, pretendo ler se tiver oportunidade.
    Uma espécie de coletânea de Rubens Alves..precisa comentar? Deve ser maravilhoso!!!
    E claro, outro que me ganhou por título, sinopse e capa foi Bolsa, Beijos e Brigadeiros.rs deve ser fofo!!!
    Amei =)
    Beijo

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  2. nunca li nada do Augusto, deve ser uma experiência bacana que ainda quero conferir!
    http://felicidadeemlivros.blogspot.com.br/

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  3. Desses eu só quero Bolsas, Beijos e Brigadeiros. Capa bonita e a história parece interessante.

    http://espiraldossonhos.blogspot.com.br/

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  4. Gostei desses lançamentos; principalmente do livro: Bolsas, beijos e brigadeiros. Isso muito me interessou. rsrsrs Minha cara. Beijos.

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  5. Esse livro "Narcoditadura" parece ser bem interessante, saber mais afundo da trágica morte de Tim Lopes, jpa li vários livros que falavam dele rapidamente, mas nenhum que fosse somente focado nele, com certeza eu vou querer ler este livro, pois tem informações desconhecidas da minha parte e também por que é escrito por PERCIVAL DE SOUZA, um excelente apresentador e conhecedor dos fatos, tenho certeza que vou gostar de ler.

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  6. Não achei os lançamentos interessantes, mas a capa de "Bolsas, Beijos e Brigadeiros" é uma graça.

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  7. Nossa! Quantos lançamentos, gostei do Narco Ditadura, fiquei curioso... rsrs

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